Mariana Queiroz de Carvalho, de 10 anos, está desaparecida desde a última quinta-feira (1º), quando saiu de casa para ir à escola, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A menina deveria seguir para o Colégio Chaer Kazen Kalaoun, localizado a menos de um quilômetro da residência, mas não chegou à unidade.

Segundo a família, Mariana não tinha o hábito de sair sozinha. Normalmente, ela era acompanhada pelo irmão, de 15 anos, que naquele dia deixou a escola mais tarde. O desaparecimento foi percebido por volta das 16h, quando o adolescente foi buscar a irmã e funcionários informaram que ela não havia comparecido às aulas.
Familiares, amigos e moradores realizaram buscas pela região e também procuraram informações em hospitais, mas Mariana não foi localizada. A mãe, Carla Silva, contou à RecordTV que enfrentava problemas de saúde e, naquele dia, não conseguiu acompanhar a filha. Segundo ela, a menina havia dito que não queria ir à escola.
O caso é investigado pela 56ª Delegacia de Polícia. Familiares também realizaram um protesto cobrando a continuidade das buscas e das investigações.
Na segunda-feira (5), quatro dias após o desaparecimento, a residência da família foi incendiada. De acordo com informações divulgadas sobre o caso, a mãe teria colocado fogo no imóvel durante um surto. As circunstâncias do incêndio também estão sendo investigadas pelas autoridades.
Antes do incêndio, Carla havia feito um apelo pela localização da filha: “Eu só quero a minha filha. Se a minha filha morrer, eu morro. Não vou aguentar essa dor.”
Até o momento, não há informações divulgadas sobre o paradeiro de Mariana. As investigações sobre o desaparecimento e o incêndio continuam.